A ordem correta
O SOS é biblioteca pública. Biblioteca não examina, não diagnostica e não prescreve. A ordem segura é entender o mapa antes de tentar qualquer aplicação.
- Leia os fundamentos.
- Use o screening para reconhecer risco.
- Separe evidência, hipótese e prática clínica.
- Não transforme página pública em receita.
- Procure profissional quando houver grupo sensível, medicamento, doença relevante ou sintoma importante.
Quando parar e procurar ajuda
Se existe urgência, piora rápida ou sinal de alerta, o próximo passo não é mais conteúdo: é atendimento.
- dor torácica, falta de ar, desmaio ou confusão;
- febre persistente, sangramento, desidratação importante ou piora intensa;
- reação adversa, palpitação, tremor, ansiedade intensa ou insônia grave após intervenção;
- gestação, lactação, criança, idoso frágil, doença hepática/renal/cardiovascular/neurológica/autoimune;
- uso de anticoagulante, anticonvulsivante, psicotrópico, antidiabético, anti-hipertensivo, imunossupressor ou múltiplos medicamentos.
Sintoma grave não é “detox”, “die-off” ou prova de que o protocolo está funcionando. Sintoma grave é motivo para interromper experimentos e buscar avaliação.
O que a página pública pode fazer
Educar
Explicar lógica, termos, riscos, fronteiras e perguntas melhores.
Organizar
Mostrar camadas: fundamentos, screening, protocolos educacionais, módulos e ponte clínica.
Prescrever
Definir dose, substância, ciclo, combinação, suspensão de medicamento ou conduta individual.
Prometer
Garantir cura, reversão, segurança universal ou resultado esperado.
Quando virar Tele-Farmácia
Vira caso individual quando entram exames, histórico, medicamento, contraindicação, sintoma importante, doença diagnosticada, criança, gestação, lactação, idoso frágil ou falha de tentativa anterior.
Nessa fronteira, o SOS termina sua função pública e a avaliação individual começa.